Justiça concede liberdade a acusados da Operação “Jogo Sujo” em Quixeramobim.

Decisão foi cumprida nesta quarta-feira (2); defesa afirma acreditar na inocência dos investigados e sustenta que não foram apresentadas provas concretas capazes de justificar uma condenação

Foi restabelecida, nesta quarta-feira (2), a liberdade de pessoas que haviam sido presas durante a Operação Policial “Jogo Sujo”, deflagrada para investigar supostas irregularidades relacionadas a jogos virtuais de apostas, conhecidos como bets, no município de Quixeramobim.

Os acusados permaneciam presos há mais de sete meses e tiveram os pedidos de liberdade apresentados pelas respectivas defesas acolhidos pelo Poder Judiciário.

A redação entrou em contato com advogados que atuam na defesa de pessoas investigadas na operação. Entre eles está o Escritório de Advocacia Criminal Dr. Coelho Neto, de Quixeramobim.

Em contato com a reportagem, o advogado Dr. Coelho Neto afirmou acreditar na inocência de seus clientes e destacou que a fase de instrução processual já foi concluída. Segundo o defensor, na avaliação da defesa, durante o processo não foram apresentadas provas concretas que pudessem resultar na condenação dos acusados.

Ainda conforme o advogado, a defesa apresentou pedidos de liberdade em favor de seus clientes, que foram analisados e deferidos pelo Poder Judiciário, resultando no restabelecimento da liberdade dos assistidos.

Dr. Coelho Neto também reiterou seu compromisso com a advocacia criminal e com a população de Quixeramobim. Segundo ele, as acusações atribuídas aos seus clientes no processo apresentam fragilidades e, na avaliação da defesa, deverão resultar na absolvição dos acusados no momento processual oportuno.

A concessão da liberdade, no entanto, não representa uma decisão definitiva sobre a responsabilidade dos acusados, que continuam respondendo ao processo e permanecem amparados pelo princípio constitucional da presunção de inocência até eventual decisão judicial definitiva.

O espaço permanece aberto para manifestação do Ministério Público e das demais partes envolvidas no processo.

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Post Author: Repórter Ceará

Coordenador e Repórter.